Esta semana, a entrada da Fundação GIMM no Pólo de Lisboa e o Centro de Exposições da Fundação Champalimaud transformaram-se em dois grandes laboratórios abertos, diversos e inclusivos, onde recebemos quase 200 alunos de duas escolas em contextos desfavorecidos, no âmbito do programa de mentoria Ciência di Noz Manera (CNM).
O CNM é um programa de longa duração (~6 meses) que aproxima a ciência e os cientistas de alunos do 8.º ano de escolas TEIP, situadas em territórios educativos de intervenção prioritária identificados pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação. O objetivo é estimular a curiosidade científica e o empoderamento destas comunidades.
Esta iniciativa só foi possível graças à participação de mais de 60 investigadores de ambas as instituições, que se voluntariaram para mostrar o nosso trabalho.














